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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Maravilhoso Jesus - João 11:49


Conveniência
William G. Johnsson
Então um deles, chamado Caifás, que naquele ano era o sumo sacerdote, tomou a palavra e disse: Nada sabeis! Não percebeis que vos é melhor que morra um homem pelo povo, e que não pereça toda a nação? João 11:49, 50, NVI.

A ressurreição de Lázaro criou uma comoção. Foi, de longe, a mais espetacular das obras poderosas de Jesus, prova incontestável da validade da sua afirmação de ser o Messias.

Verdade, ele havia chamado pelo menos duas pessoas dentre os mortos antes disso – a filha de Jairo e o filho da viúva de Naim. Mas o primeiro ato tinha sido feito discretamente, com a presença apenas de Pedro, Tiago e João, além dos pais da menina. O último ato havia ocorrido em uma pequena cidade longe das rotas populares.

Jesus ressuscitou a Lázaro, à vista de uma multidão de observadores sofisticados de Jerusalém. Ele ressuscitou Lázaro depois deste ter sido enterrado há quatro dias. E Lázaro não era uma pessoa da classe média. Diversas linhas de evidência sugerem que a família era rica e proeminente na sociedade de Jerusalém.

Não é de admirar que o milagre tenha levado muitos Judeus a crerem em Jesus. Notícias do milagre correram por toda parte. Mais tarde, quando os filhos de Abraão se reuniram para a Páscoa em Jerusalém, vindos de todas as partes do país, muitos procuraram não somente por Jesus, mas também por Lázaro – eles queriam conhecer o "homem milagre."

E como os líderes religiosos reagem?

Número um, eles fazem planos para matar a Lázaro (João 12:10)!

Número dois, eles fazem planos para matar a Jesus! Em vez de admitirem que estavam errados em sua rejeição de Jesus, em vez de reconhecerem o que parecia claro para os outros, eles convocam uma comissão para elaborar uma estratégia.

Observe suas deliberações. O raciocínio deles lança luz sobre como idéias erradas, quando acariciadas, pervertem os valores morais e corrompem a religião.

"Então os chefes dos sacerdotes e os fariseus convocaram uma reunião do Sinédrio. ‘O que estamos fazendo?’, perguntaram eles. ‘Aí está esse homem realizando muitos sinais milagrosos. Se o deixarmos, todos crerão nele, e então os romanos virão e tirarão tanto o nosso lugar como a nossa nação’. Então um deles, chamado Caifás, que naquele ano era o sumo sacerdote, tomou a palavra e disse: ‘Nada sabeis! Não percebeis que vos é melhor que morra um homem pelo povo, e que não pereça toda a nação?’ "(João 11:47-50, NVI).

Embora eles fossem considerados guias espirituais, a principal preocupação deles era com o Templo e a nação. Guardiões de instituições. Instituições que se tornaram o objetivo último da religião e não o caminho para ela.

Sendo assim, eles estavam dispostos a deixar Jesus morrer para que a nação pudesse ser salva. A conveniência, e não o princípio, determinou o curso de ação deles.

Dentre todas as pessoas da terra, líderes religiosos deveriam ser homens e mulheres de princípio. Quando raciocinam e agem, predominantemente com base na conveniência, fazem cair grande mal sobre a raça humana, mal que acima de tudo ofende ao Senhor, porque blasfema o Seu nome e caráter.
ORAÇÃO

Senhor, livra-me hoje de pensar e agir de forma errada. Que nas pequenas e grandes decisões eu siga os Teus princípios.

Autor: William G. Johnsson

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